O prédio em estilo eclético teve sua construção iniciada em 1892 e concluída em 1894. O projeto e o comando das obras foi do Major Engenheiro Antônio Gomes da Silva Chaves. O interior do prédio foi idealizado e executado pelo mestre de obras e escultor João Canova Calfoser. A parte externa incluindo os símbolos de armas e serviços do exército (música, medicina, geografia, marcenaria, dentre outros) foram elaborados pelo, também escultor Sebastião Obino. Na esquina do antigo Quartel General está escrito em latim “Sivis Pacem para Bellum” que significa: “Se Queres a Paz, prepara-te para a Guerra”. O Quartel foi sede do Comando do 6º Distrito Militar, em 17/08/1906. O prédio foi palco de um acontecimento marcante como a reunião em que foi acertado os termos do contrato para a abertura da Barra do Rio Grande. Participaram o vice-presidente da república Affonso Penna e o governador do Estado Borges de Medeiros. A edificação pertenceu à União Federal até 1990, quando foi adquirida pela prefeitura de Rio Grande e totalmente restaurado em 1992. Atualmente abriga o Executivo Municipal.
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
PRÉDIO DA MOTOBRÁS
O prédio da Motobrás na esquina da Rua Marechal Floriano com a Rua Coronel Sampaio com sua beleza faz lembrar o passado pujante da cidade do Rio Grande. Mandado construir em 1870 pelo Senhor Eufrázio Lopes de Araújo, Barão de São José do Norte riquíssimo estancieiro, pecuarista, importador e exportador. No início do século XX, o prédio serviu de sede do antigo Clube do Comércio, época que haviam quadras de tênis no fundo do prédio. Mais tarde o prédio foi comprado pela empresa Wigg S.A. que atuava no ramo da navegação e agência de veículos. Na década de 70 a Wigg alugou o prédio para a Prefeitura Municipal, onde permaneceu funcionando secretarias até a conclusão das obras na sede do Executivo Municipal. Após o prédio foi adquirido pelo Senhor Fernando Fuscaldo para uso do seu comércio a Motobrás.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
SOBRADO DOS AZULEJOS
O Sobrado dos Azulejos construído em 1862 por Antônio Benone Martins Viana, em estilo neoclássico, é o único sobrado da região sul do pais totalmente revestido em azulejos portugueses. Em 1863 funcionou no prédio a filial do London e Brazilian Bank. O sobrado foi tombado em 1986 como Patrimônio Histórico pela Sub-Secretaria de Cultura, da Secretaria Estadual de Educação e Cultura do Estado.
terça-feira, 27 de julho de 2010
HOSPITAL BENEFICIÊNCIA PORTUGUESA
O Hospital Beneficência Portuguesa foi fundado em 3 de julho de 1859 por iniciativa do Senhor Francisco José Duarte. O prédio foi construído em estilo neo-gótico.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
QUARTEL GENERAL
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| QUARTEL GENERAL |
O Quartel General foi construído para abrigar o Comando de Guarnição e Fronteira do Exército. O prédio em estilo eclético teve sua construção iniciada em 1892 e concluída em 1894. O projeto e o comando das obras foi do Major Engenheiro Antônio Gomes da Silva Chaves. O interior do prédio foi idealizado e executado pelo mestre de obras e escultor João Canova Calfoser. A parte externa, incluindo os símbolos de armas e serviços do exército, foram elaborados pelo, também escultor Sebastião Obino.

domingo, 11 de julho de 2010
PRÉDIO DA ALFÂNDEGA
A construção do Prédio da Alfândega foi ordenada pelo Visconde de Rio Branco, Presidente do Tribunal do Tesouro Nacional da Coroa Portuguesa através da Ordem nº 145 do Tesouro Nacional, de 12 de outubro de 1874. O início das obras ocorreram em 1875, sob a administração do também autor do projeto o Engenheiro Doutor Francisco Nunes de Miranda, e foram concluídas em 1879. No seu estilo neoclássico o prédio da Alfândega, grandioso ocupando um quarteirão inteiro, tem na sua entrada principal pela Rua Marechal Floriano um pórtico elevado sobre quatro colunas em estilo coríntio em mármore proveniente da cidade de Caçapava. Destacam-se também o sino e o relógio na torre de vigia, de 30 metros acima do nível do mar, localizada na rua Riachuelo e as belíssimas cúpulas existente no centro em três faces prédio. O edifício da Alfândega foi tombado em 1967 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e atualmente abriga a Delegacia da Receita Federal do Rio Grande e o Museu Histórico da Cidade do Rio Grande.

VISTA DA ALFÂNDEGA E O BONDE

PRÉDIO DECORADO COM BANDEIRAS
VISTA COM O CAIS EM CONSTRUÇÃO

VISTA DA RIACHUELO COM O PRÉDIO NO FUNDO
VISTA DA ALFÂNDEGA SEM O PRÉDIO DA CÂMARA DO COMÉRCIO
segunda-feira, 21 de junho de 2010
PREFEITURA MUNICIPAL (INTENDÊNCIA MUNICIPAL)
O Prédio da Prefeitura Municipal do Rio Grande foi construído em 1823, em estilo Barroco Colonial, para residência e armazém do Senhor Joaquim Rasgado, um rico comerciante, cujo nome foi dado mais tarde à rua onde está localizado o prédio pelo destaque obtido por esse morador. No pátio do casarão existiam dependências com vãos gradeados que teriam sido a senzala da casa. Essa edificação histórica era chamada pela população de “casa nobre”, por se destacar frente às poucas construções para moradia particular de grandes dimensões que existiam na Vila do Rio Grande na época do Império e pelas belas festas realizadas no local. Em meados do século XIX o casarão sediou uma escola cujo nome era Collegio União. O segundo proprietário foi o Comendador Antonio da Silva Ferreira Tigre, que após a sua morte em 1886, seus herdeiros venderam o prédio para a municipalidade em 1895. No início do século xx o prédio recebeu tratamento neoclássico quando foi todo restaurado pela então Intendência Municipal. Há o classicismo em seus elementos arquitetônicos, incluindo a escadaria em mármore que foi adicionada em 1901. O prédio foi tombado pelo Instituto Histórico e Artístico do Estado (IPHAE) e abriga o poder municipal da cidade.
VISTA GERAL DA PREFEITURA
VISTA GERAL
quinta-feira, 17 de junho de 2010
MERCADO PÚBLICO MUNICIPAL
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| VISTA AÉREA DO MERCADO |
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| VISTA AÉREA DO MERCADO |
A construção do Mercado Público Municipal deu-se por iniciativa do Presidente da Província, Dr. Saturnino de Souza Oliveira, em 1841, que ordenou a edificação dos mercados do Rio Grande e o de Porto Alegre. Até então o mercado que havia na época em Rio Grande era uma espécie de feira onde produtores e comerciantes vindos da zona rural comercializavam seus produtos na Praça da Quitanda, local onde hoje situa-se a Praça Júlio de Castilho. Para viabilizar a construção do Mercado eram emitidos ações, tendo sido um investimento proveitoso como se pode constatar no Relatório da Câmara no ano de 1847, que relata que embora o estabelecimento não estivesse pronto as ações já apresentavam algum rendimento e que estavam amortecendo a dívida. Em 1853 a Assembleia da Província pela Câmara Municipal relata que o Mercado já estava acanhado e que necessitava ser ampliado e nesta ocasião também foi solicitado a construção da Banca de Peixes que hoje existe contígua ao prédio do mercado. Mais tarde foi apresentado o projeto para as obras de aumento do Mercado. Em 1857 a Lei n. 370 autorizou a Câmara Municipal a emitir apólices para construção do novo Mercado. As obras do novo mercado,com uma arquitetura filiada ao classicismo, iniciaram em 1863 e foram concluídas quase que na sua totalidade em 1879. O Mercado anterior que existia no pátio interno do atual permaneceu em funcionamento no decorrer das obras e foi demolido em 1886. No decorrer do tempo o Mercado passou por várias reformas, sendo a mais significativa a solicitada em 1902, a construção de um barracão de madeira para abrigar os comerciantes ao lado da Banca de Peixes, mas por dificuldades financeiras foi começar somente em 1940. A reforma para construção dos chalés nos quadrantes internos durou 19 anos e foi concluída somente em 1959.
FOTO ANTIGA DO MERCADO




















